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Colheita termina na Zona da Mata de Minas Gerais

SAFRAS (21) – Os trabalhos de colheita da nova safra de café foram
concluídos na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de
Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o gerente de
comercialização da cooperativa, Paulo Tavares agora resta apenas a varrição ou
catação em algumas poucas lavouras. A expectativa é que a safra termine em torno
de 750 a 800 mil sacas, frente à projeção anterior de produção de até 850 mil
sacas.
“Houve uma quebra, mas ainda não se pode quantificar. O que é confirmado é
uma queda na qualidade dos grãos”, afirmou Tavares, completando que “os
primeiros cafés colhidos ainda no início da safra têm boa qualidade, mas os que
foram colhidos posteriormente apresentam uma qualidade inferior, devido ao
período de chuvas que afetou a região. Vemos grãos muito bons em aspecto e tipo,
mas que acabam estourando na xícara”.
Por outro lado, já foram registradas aberturas de floradas em parte das
lavouras. “Algumas tiveram floradas bonitas, outras já tiveram a segunda
abertura. Estamos aguardando as chuvas, que estão sinalizadas para incidir a
partir da próxima semana, para firmar as floradas que já abriram e ajudar as que
virão”, disse o gerente de comercialização da cooperativa.
A comercialização, por sua vez, esboçou uma recuperação na semana passada
na região de atuação da cooperativa. “Vimos uma reação dos preços, mas muitos
produtores ainda estão guardando café, principalmente aqueles que têm grãos de
melhor qualidade, explicou Tavares. Estima-se que, do total já colhidos da safra
2009, cerca de 50% foram negociados, enquanto menos de 1% do café colhido na
safra passada ainda não foi vendido.

SAFRAS (21) – Os trabalhos de colheita da nova safra de café foram concluídos na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares agora resta apenas a varrição ou catação em algumas poucas lavouras. A expectativa é que a safra termine em torno de 750 a 800 mil sacas, frente à projeção anterior de produção de até 850 mil sacas.

“Houve uma quebra, mas ainda não se pode quantificar. O que é confirmado é uma queda na qualidade dos grãos”, afirmou Tavares, completando que “os primeiros cafés colhidos ainda no início da safra têm boa qualidade, mas os que foram colhidos posteriormente apresentam uma qualidade inferior, devido ao período de chuvas que afetou a região. Vemos grãos muito bons em aspecto e tipo, mas que acabam estourando na xícara”.

Por outro lado, já foram registradas aberturas de floradas em parte das lavouras. “Algumas tiveram floradas bonitas, outras já tiveram a segunda abertura. Estamos aguardando as chuvas, que estão sinalizadas para incidir a partir da próxima semana, para firmar as floradas que já abriram e ajudar as que virão”, disse o gerente de comercialização da cooperativa.

A comercialização, por sua vez, esboçou uma recuperação na semana passada na região de atuação da cooperativa. “Vimos uma reação dos preços, mas muitos produtores ainda estão guardando café, principalmente aqueles que têm grãos de melhor qualidade, explicou Tavares. Estima-se que, do total já colhidos da safra 2009, cerca de 50% foram negociados, enquanto menos de 1% do café colhido na safra passada ainda não foi vendido.

LEILÃO DE OPÇÕES NEGOCIA TODA OFERTA, ÁGIO FICA EM 526%

SAFRAS (15) – O leilão de contrato de opções de café, realizado esta manhã pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), negociou os 10 mil contratos colocados à disposição, o equivalente a 1 milhão de sacas. Confirmando a expectativa de traders e analistas consultados pela Agência SAFRAS, a operação teve forte procura e ágio elevado. O prêmio de abertura foi de R$ 1,5175 por saca e o de fechamento ficou em R$ 9,5015, representando um ágio de 526,13%. O mercado especulava um ágio entre 500% e 600%. O valor total da operação foi de R$ 9.501.500,00.

INDICADOR DO ARÁBICA CAI 4,3% EM JUNHO – CEPEA

SAFRAS (14) – Em junho, os contratos futuros de café arábica despencaram na bolsa de Nova York (ICE Futures). O vencimento setembro encerrou a 119,90 centavos de dólar por libra-peso no dia 30, forte queda de 17% em relação ao
primeiro dia de junho. Diante da desvalorização internacional, as cotações recuaram no Brasil e as comercializações diminuíram. O dólar firme amenizou as perdas no mercado interno. A moeda norte-americana, cotada a R$ 1,964/US$ no dia 30, avançou 0,6% sobre o dia 1.
A média de junho do Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 256,64/saca de 60 kg, significativo recuo de 4,3% em relação à média do mês anterior. A análise é do informativo mensal Cepea – Café Arábica, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).

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Série Histórica do Indicador de Preços – CEPEA / ESALQ
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Média mensal, R$ / saca de 60 kg
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Safra 08/09                                 Safra 07/08
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jul/08  250,52                           jul/07  238,63
ago/08  248,86                           ago/07  254,55
set/08  261,58                           set/07  259,15
out/08  256,84                           out/07  255,84
nov/08  261,28                           nov/07  245,82
dez/08  262,04                           dez/07  261,28
jan/09  268,41                           jan/08  267,84
fev/09  269,34                           fev/08  285,19
mar/09  262,48                           mar/08  263,28
abr/09  260,10                           abr/08  256,35
mai/09  268,02                           mai/08  254,84
jun/09  256,64                           jun/08  255,76
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Média   260,51                           Média   258,21
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(FR)

COLHEITA DA SAFRA 2009 CHEGA A 34% NO PARANÁ – DERAL

SAFRAS (14) – A colheita da safra 2009 de café arábica está em pleno andamento no Paraná. Conforme o boletim semanal de acompanhamento da situação do plantio e colheita do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab) a safra 2009 de café do Paraná já tem 36% da safra colhida, conforme dados contabilizados até a última segunda-feira, 13 de julho, na comparação com os 34% colhidos até 06 de julho. A comercialização também já está em andamento, contabilizando vendas de 13% da safra colhida até a data.

Até 13 de julho, as condições das lavouras de café do Paraná eram boas para 63% das áreas em produção, com 25% em condições médias e somente 12% em condições ruins. Até a data, 90% das lavouras encontrava-se no estágio de maturação, com os restantes 10% em frutificação. Segundo a última estimativa de produção do Deral, o Paraná vai produzir 95.394 toneladas de café em 2009, ou 1,589 milhão de sacas de 60 quilos, recuo de 40% na comparação com as 158.537 toneladas (2,64 milhões de sacas) produzidas no ano passado, por conta do ciclo bianual da cultura do arábica. A produtividade média esperada para os cafezais paranaenses em 2009 é de 1.116 quilogramas por hectare, recuo de 32% na comparação com os 1.638 quilogramas por hectare obtidos em 2008. A área cultivada caiu 12% em 2009, para 85,489 mil hectares, ante os 96,8 mil hectares cultivados em 2008.
(FR)

NY FECHA EM ALTA AGUARDANDO LEILÃO DE OPÇÕES NO BRASIL

SAFRAS (14) – A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da terça-feira com preços mais altos. A expectativa do leilão de contratos de opções no Brasil nesta quarta-feira para um milhão de sacas deu sustentação no mercado internacional. Houve ainda ganhos no mercado acionário americano e em outras commodities, o que contribuiu para o suporte às cotações em NY.

Vendas do setor produtor e realização de lucros reduziram os ganhos que foram observados no fechamento. As informações partem de agências internacionais de notícias.

Os contratos com entrega em setembro fecharam negociados a 115,50 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 0,60 cent/lb. A posição dezembro fechou a 118,50 centavos, com ganho de 0,55 cent.

CLIMATEMPO: ANÁLISE PARA REGIÃO PRODUTORA DE CAFÉ

PARANÁ: Até o dia 18 de julho o volume de chuva previsto varia entre 10 e 20mm nas regiões centro-sul e leste, e entre 2 e 10mm no restante do Estado. De 19 à  23 de julho  chove apenas nas regiões leste e centro-sul, onde o acumulado não  passa do 10mm.  Entre os dias 24 e 28 de julho o volume de chuva previsto varia entre 10 e 30mm  nas regiões norte e noroeste, entre 50 e 100mm na região leste, e entre 30 e 50mm no restante do Paraná. O  baixo  volume de chuva previsto até o dia 23 de julho favorece pouco a indução floral do café em todos os principais cafezais paranaenses.

SÃO PAULO: Até o dia 18 de julho o volume de chuva previsto fica entre 10 e 20mm no Vale do Paraíba e entre 2 e 10mm no leste paulista. Nas outras áreas do estado não há previsão de chuva. Entre os dias 19 e 23 de julho não chove em todo o Estado. No intervalo de 24 à 28 de julho o tempo segue seco no centro-norte paulista. No Vale do Paraíba  o  volume de chuva previsto não passa dos 10mm, e nas outras áreas  a chuva acumula entre 20 e 40mm no período. O  tempo seco previsto até o dia 28 de julho prejudica a indução floral do café em todas as principais áreas produtoras do Estado.

MINAS GERAIS: Até o dia 18 de julho não há expectativa de chuva significativa para o centro-oeste de Minas Gerais. Nas outras áreas o acumulado previsto não passa dos 10mm. Entre os dias 19 e 23 de julho não chove no Estado. No intervalo de 24  à 28 chove  apenas no Sul de Minas e no leste mineiro, que acumulam entre 2 e 10mm no período.  Nas outras áreas o tempo fica seco. Há previsão de geada no Sul de Minas no dia 17 de julho. A  falta de chuva prevista até o dia 28 de julho prejudica a indução floral do café nas plantações do noroeste e de Minas e no Triângulo Mineiro. Nas outras principais áreas produtoras ocorre chuva, mas o volume será baixo e não contribui muito para o desenvolvimento dos cafezais. Os produtores do Sul de Minas devem ficar atentos com o risco de geada no dia 17 de julho na região.

BAHIA: Até o dia 18 de julho o volume de chuva previsto fica entre 10  e  20mm no litoral e sul da Bahia, e entre 2 e 10mm no Planalto da Conquista. Nas outras áreas do Estado não chove. Entre os dias 19 e 23 de julho não há previsão de chuva  para quase  todas as áreas, exceto no litoral, onde o acumulado fica entre 2 e 10mm. No intervalo  de 24 à 28 de julho a chuva acumula entre 2 e 10mm na região leste, mas nas outras áreas o tempo fica seco ao longo do período. A  falta de chuva prevista até o dia 28 de julho prejudica a fase de indução floral do  café no oeste do Estado. Nas outras principais áreas produtoras o baixo volume de chuva previsto favorece pouco o desenvolvimento dos cafezais baianos.

ESPÍRITO SANTO: Até o dia 18 de julho o volume de chuva previsto varia entre  10  e 20mm  no centro-norte e entre 2 e 10mm nas outras áreas. Entre os dias 19 e  23 de julho não chove no Espírito Santo. No intervalo de 24 à 28 de julho a chuva acumula entre 2 e 10mm em todas as áreas capixabas. O  baixo  volume de chuva previsto até o dia 28 de julho favorece pouco  a  indução floral em todos os principais cafezais capixabas.