NY fecha em forte alta com o nível mais alto em 12 anos

Mercado físico registra cotações nominalmente mais altas

O mercado físico brasileiro de café registrou preços nominalmente mais altos nesta quinta-feira. A forte valorização do arábica na Bolsa de Mercadorias de Nova York puxou os referenciais para cima também no Brasil. No entanto, o dia foi sem negócios, com vendedores e compradores de fora diante da volatilidade na bolsa, daí as cotações nominais, não amparadas em negócios. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa safra velha esteve cotado nominalmente em R$ 320,00/325,00 a saca, contra R$ 315,00 de ontem. No cerrado mineiro, arábica bebida boa esteve cotado a R$ 320,00/325,00, contra R$ 318,00 de ontem. O café rio tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais teve cotação de R$ 220,00 a saca, contra R$ 225,00 de ontem. Já o conillon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, foi cotado a R$ 165,00 por saca, contra R$ 158,00 de ontem.
Nova York

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quinta-feira com preços acentuadamente mais altos. O mercado atingiu os níveis mais altos em doze anos, em um forte rally que resultou em ganhos acima de 5% no dia. O mercado disparou em meio a compras especulativas e de fundos, com fatores técnicos e gráficos contribuindo para os ganhos. Traders destacaram que o mercado segue preocupado com o aperto na oferta de grãos de melhor qualidade no curto prazo no mundo. Dois anos seguidos de problemas na safra da América Central e Colômbia prejudicaram a oferta de grãos arábica lavados, e o Brasil está colhendo uma grande safra, mas a oferta de grãos de melhor qualidade disponível efetivamente também é escassa, o que gera apreensão no mercado internacional. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em julho fecharam negociados a 166,75 centavos de dólar por libra-peso, com elevação de 8,15 cents. A posição setembro fechou a 168,75 cents, com alta de 8,25 centavos.
Câmbio
O dólar comercial fechou em baixa de 0,16%, cotado a R$ 1,7870 para compra e R$ 1,7890 para venda. Na quarta-feira a moeda fechou em alta de 0,56%, cotada a R$ 1,7920. O mau humor do mercado mundial refletiu no desempenho da divisa no mercado brasileiro de câmbio, que atuou em quase toda a sessão em alta. Nos EUA, o Departamento de Trabalho divulgou a diminuição das solicitações de auxílio-desemprego. No Brasil, o IBGE relatou que a taxa de desemprego passou de 7,3% em abril, para 7,5% em maio.
BM&F fecha sessão com preços acentuadamente mais altos
A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) para o café arábica fechou a sessão com preços acentuadamente mais altos. Foram 4.072 contratos negociados no pregão, com giro financeiro de R$ 141,8 milhões, e são 29.397 contratos em aberto no momento. Os contratos com entrega em julho/10 fecharam cotados a US$ 195,35 por saca de 60 quilos, com valorização de 5,40 na comparação com o pregão anterior. Os contratos com entrega em setembro/10 encerraram em US$ 194,85 por saca de 60 quilos, alta de 0,24% na comparação com o fechamento anterior.
Brasil em queda de 3,3% nos embarques em 2009/2010
As exportações totais brasileiras de café no acumulado julho a maio da temporada 2009/10 (que vai de julho de 2009 a junho de 2010) chegam a 27,679 milhões de sacas, tendo queda de 3,3% no comparativo com o mesmo período de 2008/09, quando o Brasil exportara 28,619 milhões de sacas. A receita no acumulado da temporada com os embarques chega a US$ 4,170 bilhões, com retração de 1,5% sobre o mesmo período anterior (US$ 4,232 bilhões). Nos primeiros cinco meses de 2010 (janeiro a maio), as exportações chegam a 12,227 milhões de sacas, com avanço de 0,9% no comparativo com o mesmo período de 2009 (12,113 milhões de sacas). A receita com os embarques de janeiro a maio foi de US$ 1,906 bilhão, tendo aumento de 18,4% no comparativo com os cinco primeiros meses do ano passado (US$ 1,610 bilhão). Tomando-se somente o mês de maio, as exportações totais foram de 2,340 milhões de sacas, 4,6% a mais que em maio de 2009, quando os embarques foram de 2,238 milhões de sacas. Em receita, os embarques de maio foram de US$ 361,9 milhões, 23,8% a mais que em maio de 2009 (US$ 292,3 milhões).
NY fecha em forte alta com o nível mais alto em 12 anos
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quinta-feira com preços acentuadamente mais altos. O mercado atingiu os níveis mais altos em doze anos, em um forte rally que resultou em ganhos acima de 5% no dia. O mercado disparou em meio a compras especulativas e de fundos, com fatores técnicos e gráficos contribuindo para os ganhos. Traders destacaram que o mercado segue preocupado com o aperto na oferta de grãos de melhor qualidade no curto prazo no mundo. Dois anos seguidos de problemas na safra da América Central e Colômbia prejudicaram a oferta de grãos arábica lavados, e o Brasil está colhendo uma grande safra, mas a oferta de grãos de melhor qualidade disponível efetivamente também é escassa, o que gera apreensão no mercado internacional. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em julho fecharam negociados a 166,75 centavos de dólar por libra-peso, com elevação de 8,15 cents. A posição setembro fechou a 168,75 cents, com alta de 8,25 centavos.
Indicador Café Arábica CEPEA / ESALQ
Indicador ESALQ dos preços disponíveis do café arábica por saca de 60kg líqüido, bica corrida, tipo 6, bebida dura para melhor, valor descontado o Prazo de Pagamento pela taxa da NPR, osto na cidade de São Paulo, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) = R$ 318.58 / US$ 178.08
Previsão do Tempo para as regiões cafeeiras
Fonte: SOMAR

Sumário: Uma frente fria avança pelo oceano e apresenta característica típica do inverno, ou seja, sem suporte de umidade da Amazônia, este sistema não consegue levar chuva para as áreas mais ao interior, e portanto no cinturão produtor de café. Algumas áreas de instabilidade ainda causam muitas nuvens na zona da Mata e sul de Minas Gerais, porém são poucas as chances de chuva. Nos próximos dias, a frente fria e as áreas de instabilidade enfraquecem, permitindo tempo mais aberto na Região Sudeste, o que favorece noites frias. Mesmo assim, sem risco algum de frio intenso.
Tendência 6 – 10 dias: Os modelos estendidos não indicam ondas de frio significativas no cinturão produtor de café pelo menos até os primeiros 7 dias de Julho.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s