NY volta a fechar em alta acentuada

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da terça-feira com preços acentuadamente mais altos. As cotações dispararam diante de cobertura de posições vendidas de fundos e de especuladores. Preocupações com o aperto na oferta global voltaram a estimular também os ganhos, com as cotações atingindo os níveis mais altos em 13 anos e superando folgadamente a faixa de US$ 2,15 por libra-peso. O mercado demonstrou novamente temores com os problemas climáticos no Vietnã, que levam operadores a acreditar em maiores dificuldades com a oferta. As informações apontam a continuidade de chuvas, já excessivas, em regiões produtoras. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em dezembro fecharam negociados a 217,05 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 8,95 cents, ou de 4,3%. A posição março fechou a 219,75 cents, com elevação de 9,05 centavos, ou de 4,3%.

NY volta a fechar em forte alta, acima de US$2 por libra-peso

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quinta-feira com preços acentuadamente mais altos mais uma vez. As cotações dispararam mais uma vez com compras de fundos e especuladores, em meio a fatores técnicos e gráficos, e com preocupações com as safras da Colômbia e América Central. Os preços foram subindo e romperam resistências, passando do importante patamar psicológico de US$ 2,00 por libra-peso. As cotações foram subindo e acionando stops de compra, o que acelerou a movimentação altista. As informações partem de agências internacionais de notícias. O mercado segue apreensivo com as notícias de doenças fúngicas em lavouras da Colômbia, depois que a umidade ficou excessiva com recentes tempestades. Também há preocupações com a chegada de uma nova tempestade tropical no Caribe, que leva temores em relação à safra de nações da América Central. Os contratos do café arábica para entrega em dezembro fecharam negociados a 201,00 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 4,25 cents, ou de 2,2%. A posição março fechou a 202,35 cents, com alta de 4,00 centavos, ou de 2,0%.

Comitê da Bolsa de NY aprova negociação do produto brasileiro

O Comitê do Café da Bolsa de Nova York, aprovou no final da noite de ontem, o início das negociações com os cafés lavado e semi-lavado do Brasil. Mas o Ministério da Agricultura e Pecuária ainda não recebeu o comunicado oficial da decisão, informou o diretor do Departamento do Café do Mapa, Robério Silva. Segundo ele o pleito brasileiro estava em consulta pública desde abril. O diretor não quis prever quando a direção da Bolsa – o Board (NYBOT) – vai referendar a decisão do comite, mas acredita que poderá ser um processo rápido. Segundo Robério Silva o efeito da aprovação deverá ser sentido entre 18 e 24 meses, depois que forem encerrados os contratos de café que se encontram em aberto na Bolsa. Por isso, não serão sentidos resultados imediatos nos preços. Mas a médio prazo os produtores poderão ter mais liquidez e conquistar novos mercados. O Brasil nunca negociou estes tipos de café em Nova York porque a produção dos lavados e semi-lavados iniciou há apenas cinco anos no país. Mas outros 19 países latinos já negociam estes cafés em Nova York. O secretário de Produção e Agroenergia do Mapa, Manoel Bertone, disse que adecisão faz justiça ao Brasil porque o país é o maior exportador de café do mundo.

NY volta a fechar com forte desvalorização

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da terça-feira em forte queda, dando sequência as expressivas perdas da segunda-feira. O mercado despencou em meio a vendas de fundos, que escoraram essa decisão em fatores técnicos/gráficos. Na última semana, NY subiu cerca de 6,5% com as preocupações com o aperto na oferta global de cafés arábica de alta qualidade. Em dois dias agora, o café já tem perda acumulada na semana de 5,5% (contrato setembro). Depois das recentes altas acentuadas, o mercado perde forças na alta e sucumbe com realização de lucros e ajustes técnicos ao não romper resistências. A volatilidade seguiu forte e o destaque do dia foram as liquidações de posições compradas de fundos, após a escalada da semana passada. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em setembro fecharam negociados a 166,65 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 5,85 cents, ou de 3,4%. A posição dezembro fechou a 167,65 cents, com queda de 5,65 centavos, ou de 3,3%.

Compras sustentam ganhos expressivos em NY neste momento

A ICE Futures US (Bolsa de Nova York) para o café arábica opera com preços expressivamente mais altos neste momento, estendendo os bons ganhos da sessão anterior. De acordo com traders, os contratos atingem novos patamares de alta nesta sexta-feira, com o suporte de compras por parte de fundos e especuladores ante ao aperto da oferta no curto prazo. Ainda, o produto nova-iorquino se beneficia da ausência da ponta vendedora no mercado. As informações partem de agências internacionais. Os contratos com entrega em julho/10 estão sendo negociados a 177,35 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 4,30 centavo/lb na comparação com o fechamento anterior. A posição setembro/2010 tem preço de 177,75 centavos de dólar, com valorização de 4,00 centavos em relação ao fechamento anterior.

Mercado físico apresenta moderada alta seguindo outras commodities

Mercado físico apresenta moderada alta seguindo outras commodities
O mercado físico brasileiro de café registrou preços moderamente mais altos nesta quinta-feira. As cotações subiram acompanhando a forte valorização do arábica na Bolsa de Mercadorias de Nova York. Entretanto, os ganhos no Brasil foram limitados pela postura retraída dos compradores, que esperam que a bolsa de NY possa voltar a recuar em breve com realização de lucros e ajustes técnicos e gráficos. O dia foi de poucos negócios. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa safra nova esteve cotado em R$ 310,00 a saca, contra R$ 308,00 de ontem. No cerrado mineiro, arábica bebida boa safra nova esteve cotado a R$ 312,00 a saca, contra R$ 308,00 de ontem. O café rio tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais teve cotação de R$ 215,00 a saca para a safra nova, preço estável. Já o conillon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, safra nova, foi cotado a R$ 166,00 por saca, contra R$ 165,00/166,00 do dia anterior.

Nova York
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quinta-feira com preços acentuadamente mais altos, com ganhos superando a faixa dos 500 pontos e dos 3%. Os preços dispararam com compras de fundos e especuladores garantindo sustentação ao mercado, em meio à queda do dólar contra outras moedas e valorização de outras commodities nas bolsas de futuros. Fatores técnicos e gráficos também inspiraram a atividade na ponta compradora. Além disso, há preocupações contínuas com o aperto na oferta de cafés arábica de alta qualidade em países como América Central e Colômbia, com queda nos estoques certificados das bolsas. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em setembro fecharam negociados a 173,05 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 5,65 cents. A posição dezembro fechou a 173,75 cents, com elevação de 5,40 centavos.

Câmbio
O dólar comercial fechou em queda de 0,56%, cotado a R$ 1,7590 para compra e R$ 1,7610 para venda. Na quarta-feira, a moeda fechou em alta de 0,05%, cotada a R$ 1,7710. A melhora no desempenho da Bovespa refletiu também no mercado de câmbio. Os investidores estão no aguardo do balanço da Vale no Brasil e do PIB dos EUA no segundo trimestre. O Real seguiu a tendência externa de outras divisas de valorização em relação à moeda estadunidense.

Preços futuros superam US$200,00 por saca na BM&F
A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) para o café arábica fechou a sessão com preços acentuadamente mais altos. Foram 6.441 contratos negociados no pregão, com giro financeiro de R$ 227,557 milhões, e são 31.597 contratos em aberto no momento. Os contratos com entrega em setembro/10 fecharam cotados a US$ 204,70 por saca de 60 quilos, com valorização de 3,99% na comparação com o pregão anterior. Os contratos com entrega em dezembro/10 encerraram em US$ 201,20 por saca de 60 quilos, alta de 4,14% na comparação com o fechamento anterior.

Custo operacional superou preço de venda em várias regiões, segundo CNA
O boletim Custos e Preços da CNA verificou cenário negativo para os cafeicultores em quatro das cinco regiões pesquisadas. Em Ribeirão do Pinhal (PR), por exemplo, a margem ficou negativa em R$ 258,27. O custo total neste município chegou a R$ 503,27, mais que o dobro do preço de comercialização da saca de 60 quilos, de R$ 245,00, pelo fato de a colheita ser manual, o que exige gastos com mão de obra, o principal item dos custos de produção na atividade. Outro fator é que a média salarial no Paraná para os trabalhadores é superior a de outras regiões. Em Iúna (ES), o COT superou o valor de venda em R$ 104,47/saca, enquanto em Santa Rita do Sapucaí (MG) o prejuízo médio para o cafeicultor foi de R$ 86,11/saca. As informações são da CNA.

Indicador Café Arábica CEPEA / ESALQ
Indicador ESALQ dos preços disponíveis do café arábica por saca de 60kg líqüido, bica corrida, tipo 6, bebida dura para melhor, valor descontado o Prazo de Pagamento pela taxa da NPR, posto na cidade de São Paulo, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) = R$ 312.14 / US$ 177.25

Previsão do Tempo para as regiões cafeeiras
Fonte: SOMAR

Sumário: A frente fria segue seu avanço pelo oceano, mas leva chuva somente para o litoral da Região Sudeste. Nas áreas mais ao interior, observa-se apenas aumento da nebulosidade, salvo por algumas chuvas muito isoladas e fracas no leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. Nos próximos dias, não há previsão de queda significativa das temperaturas nas áreas produtoras de café.

Tendência 6 – 10 dias: No início de Agosto, uma nova frente fria chega ao cinturão produtor de café, com melhores chances de chuva no Paraná e São Paulo. A massa de ar polar associada se mantém ao sul do cinturão produtor de café. Por volta do dia 4 de Agosto, outra frente fria passa pelo Sul e Sudeste, acompanhada de outra onda de frio. Essa nova massa de ar polar é mais fraca, mas deve trazer acentuado declínio das temperaturas no Sul e em parte do Sudeste, entre os dias 6 e 8 de Agosto. Apesar da queda das temperaturas, não vemos o risco de formação de geadas, mas continuaremos o monitoramento, já que os modelos estão mudando muito de um dia para o outro.

NY fecha em forte alta com o nível mais alto em 12 anos

Mercado físico registra cotações nominalmente mais altas

O mercado físico brasileiro de café registrou preços nominalmente mais altos nesta quinta-feira. A forte valorização do arábica na Bolsa de Mercadorias de Nova York puxou os referenciais para cima também no Brasil. No entanto, o dia foi sem negócios, com vendedores e compradores de fora diante da volatilidade na bolsa, daí as cotações nominais, não amparadas em negócios. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa safra velha esteve cotado nominalmente em R$ 320,00/325,00 a saca, contra R$ 315,00 de ontem. No cerrado mineiro, arábica bebida boa esteve cotado a R$ 320,00/325,00, contra R$ 318,00 de ontem. O café rio tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais teve cotação de R$ 220,00 a saca, contra R$ 225,00 de ontem. Já o conillon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, foi cotado a R$ 165,00 por saca, contra R$ 158,00 de ontem.
Nova York

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quinta-feira com preços acentuadamente mais altos. O mercado atingiu os níveis mais altos em doze anos, em um forte rally que resultou em ganhos acima de 5% no dia. O mercado disparou em meio a compras especulativas e de fundos, com fatores técnicos e gráficos contribuindo para os ganhos. Traders destacaram que o mercado segue preocupado com o aperto na oferta de grãos de melhor qualidade no curto prazo no mundo. Dois anos seguidos de problemas na safra da América Central e Colômbia prejudicaram a oferta de grãos arábica lavados, e o Brasil está colhendo uma grande safra, mas a oferta de grãos de melhor qualidade disponível efetivamente também é escassa, o que gera apreensão no mercado internacional. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em julho fecharam negociados a 166,75 centavos de dólar por libra-peso, com elevação de 8,15 cents. A posição setembro fechou a 168,75 cents, com alta de 8,25 centavos.
Câmbio
O dólar comercial fechou em baixa de 0,16%, cotado a R$ 1,7870 para compra e R$ 1,7890 para venda. Na quarta-feira a moeda fechou em alta de 0,56%, cotada a R$ 1,7920. O mau humor do mercado mundial refletiu no desempenho da divisa no mercado brasileiro de câmbio, que atuou em quase toda a sessão em alta. Nos EUA, o Departamento de Trabalho divulgou a diminuição das solicitações de auxílio-desemprego. No Brasil, o IBGE relatou que a taxa de desemprego passou de 7,3% em abril, para 7,5% em maio.
BM&F fecha sessão com preços acentuadamente mais altos
A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) para o café arábica fechou a sessão com preços acentuadamente mais altos. Foram 4.072 contratos negociados no pregão, com giro financeiro de R$ 141,8 milhões, e são 29.397 contratos em aberto no momento. Os contratos com entrega em julho/10 fecharam cotados a US$ 195,35 por saca de 60 quilos, com valorização de 5,40 na comparação com o pregão anterior. Os contratos com entrega em setembro/10 encerraram em US$ 194,85 por saca de 60 quilos, alta de 0,24% na comparação com o fechamento anterior.
Brasil em queda de 3,3% nos embarques em 2009/2010
As exportações totais brasileiras de café no acumulado julho a maio da temporada 2009/10 (que vai de julho de 2009 a junho de 2010) chegam a 27,679 milhões de sacas, tendo queda de 3,3% no comparativo com o mesmo período de 2008/09, quando o Brasil exportara 28,619 milhões de sacas. A receita no acumulado da temporada com os embarques chega a US$ 4,170 bilhões, com retração de 1,5% sobre o mesmo período anterior (US$ 4,232 bilhões). Nos primeiros cinco meses de 2010 (janeiro a maio), as exportações chegam a 12,227 milhões de sacas, com avanço de 0,9% no comparativo com o mesmo período de 2009 (12,113 milhões de sacas). A receita com os embarques de janeiro a maio foi de US$ 1,906 bilhão, tendo aumento de 18,4% no comparativo com os cinco primeiros meses do ano passado (US$ 1,610 bilhão). Tomando-se somente o mês de maio, as exportações totais foram de 2,340 milhões de sacas, 4,6% a mais que em maio de 2009, quando os embarques foram de 2,238 milhões de sacas. Em receita, os embarques de maio foram de US$ 361,9 milhões, 23,8% a mais que em maio de 2009 (US$ 292,3 milhões).
NY fecha em forte alta com o nível mais alto em 12 anos
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quinta-feira com preços acentuadamente mais altos. O mercado atingiu os níveis mais altos em doze anos, em um forte rally que resultou em ganhos acima de 5% no dia. O mercado disparou em meio a compras especulativas e de fundos, com fatores técnicos e gráficos contribuindo para os ganhos. Traders destacaram que o mercado segue preocupado com o aperto na oferta de grãos de melhor qualidade no curto prazo no mundo. Dois anos seguidos de problemas na safra da América Central e Colômbia prejudicaram a oferta de grãos arábica lavados, e o Brasil está colhendo uma grande safra, mas a oferta de grãos de melhor qualidade disponível efetivamente também é escassa, o que gera apreensão no mercado internacional. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em julho fecharam negociados a 166,75 centavos de dólar por libra-peso, com elevação de 8,15 cents. A posição setembro fechou a 168,75 cents, com alta de 8,25 centavos.
Indicador Café Arábica CEPEA / ESALQ
Indicador ESALQ dos preços disponíveis do café arábica por saca de 60kg líqüido, bica corrida, tipo 6, bebida dura para melhor, valor descontado o Prazo de Pagamento pela taxa da NPR, osto na cidade de São Paulo, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) = R$ 318.58 / US$ 178.08
Previsão do Tempo para as regiões cafeeiras
Fonte: SOMAR

Sumário: Uma frente fria avança pelo oceano e apresenta característica típica do inverno, ou seja, sem suporte de umidade da Amazônia, este sistema não consegue levar chuva para as áreas mais ao interior, e portanto no cinturão produtor de café. Algumas áreas de instabilidade ainda causam muitas nuvens na zona da Mata e sul de Minas Gerais, porém são poucas as chances de chuva. Nos próximos dias, a frente fria e as áreas de instabilidade enfraquecem, permitindo tempo mais aberto na Região Sudeste, o que favorece noites frias. Mesmo assim, sem risco algum de frio intenso.
Tendência 6 – 10 dias: Os modelos estendidos não indicam ondas de frio significativas no cinturão produtor de café pelo menos até os primeiros 7 dias de Julho.